EDITORIAL EDIÇÃO 75


José Cláudio Henriques
Sócio fundador da ASMAT
Membro do IHG de
São João del-rei

     

A cada ano que se passa vem aumentando a fé e a adesão do povo com relação ao resgate da Festa do Divino Espírito Santo da Paróquia de Matosinhos, ocorrido no ano de 1998. Isso é fundamental por vários motivos: - Temos reforçada a fé, nossas esperanças e o culto ao Divino. - Temos reforçada a nossa arte e cultura, fazendo com que não percamos nossos conhecimentos e nosso folclore.

Nossa festa, iniciada com a inauguração da primitiva igreja do Senhor Bom Jesus de Matosinhos em 1774, foi interrompida em 1924 a pedido da Arquidiocese de Mariana , quando o festejo estava em seu auge. O fato causou grande revolta e desgosto, despertando reações na imprensa local. Foram pretextos para tal atitude os artigos nº 15 e 16 das resoluções da Conferência Episcopal da Província de Mariana, realizada em Juiz de Fora, em abril de 1923, alegando excesso de jogos de azar e bailes. Nossa cidade eleita a Cidade Brasileira da Cultura 2007 não merecia perder tanta riqueza artística, cultural e religiosa. Na Festa do Divino de Matosinhos, a maioria dos eventos já se consolidou nos moldes de antigamente. Apenas a procissão do Imperador Perpétuo, Santo Antônio, que sai da igreja de São Francisco rumo a Matosinhos, precisa de maiores incentivos. Exatamente ela, que era o evento mais concorrido da festa, que com a paralisação roubou a fé e o costume do povo da nossa região.

José Cláudio Henriques - Coordenador Editorial

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